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Paz!
domingo, 20 de novembro de 2016
Filme Espírita Paulo de Tarso e a História do Cristianismo
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segunda-feira, 2 de maio de 2016
VÍDEOS DAS PALESTRAS DO XVI & XI ENCONTROS ESPÍRITAS SEJA E CAMINHO DE LUZ
DIA 14.04.2016 - RICARDO FERREIRA - A LEI DE AMOR - O NOVO MANDAMENTO
DIA 15.04.2016 - CRISTIANE LENZI BEIRA - JOANNA DE ÂNGELIS E A EXCELÊNCIA DO AMOR
DIA 16.04.2016 - CRISTIANE LENZI BEIRA - EDUCAÇÃO DO ESPÍRITO - CAMINHO PARA O PROGRESSO MORAL
DIA 16.04.2016 - VINICIUS LARA - POR QUE SOFREMOS? UM ESTUDO SOBRE OS NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA
DIA 17.04.2016 - VINICIUS LARA - A EVANGELIZAÇÃO INFANTOJUVENIL SEGUNDO O EVANGELHO
DIA 17.04.2016 - FLÁVIO SOUZA DOS SANTOS - JESUS, O MESTRE DO AMOR
domingo, 1 de maio de 2016
sexta-feira, 8 de abril de 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016
PARA O REINO DE DEUS
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| imagem: Google. |
Certamente, Jesus esteve, está e estará sempre conosco, no levantamento do Reino de Deus, e por isso mesmo, urge reconhecer que, para isso, ele não nos reclama demonstrações de heroísmo ou espetáculos de grandeza.
Tudo em semelhante edificação é compreensível e simples, mas, por esta razão, o Mestre espera que as nossas tarefas compreensíveis e simples sejam cumpridas por nós, em regime de esforço máximo, a fim de que venhamos a colaborar na fundação da estrutura eterna.
Para que atinjamos, no mundo, o Reino de Deus, não nos pede o Senhor peregrinações de sacrifício a regiões particulares; espera, no entanto, que demonstremos coragem suficiente para viver, dia por dia, no exato cumprimento de nossos deveres, na viagem difícil da reencarnação.
Não exige nos diplomemos nos preceitos gramaticais do idioma em que desfrutamos agora o privilégio do entendimento mútuo; espera, porém, que saibamos dizer sempre a palavra equilibrada e reconfortante, em auxílio de nossos companheiros da humanidade.
Não nos obriga à renúncia dos bens terrenos; espera, todavia, que nos dediquemos a administrá-los sensatamente, empregando as sobras possíveis no socorro aos irmãos em penúria.
Não nos impele a ginásticas especiais para o desenvolvimento prematuro de forças físicas e psíquicas; espera, entretanto, que nos esforcemos por barrar os pensamentos infelizes, dominando as nossas tendências inferiores.
Não nos solicita a perfeição moral de um dia para outro; espera, contudo, que nos disponhamos a cooperar com ele, suportando injúrias e esquecendo-as, em favor do bem comum.
Não nos determina sistemas sacrificiais de alimentação ou processos de vida incompatíveis com as nossas necessidades justas e naturais; espera, porém, que tenhamos respeito ao corpo que a lei da reencarnação nos haja emprestado, guardando fidelidade invariável aos compromissos que assumimos, uns à frente dos outros.
Não nos aconselha o afastamento da vida social, sob o pretexto de preservarmos qualidades para a glória celeste; espera, no entanto, que exerçamos bondade e paciência, perdão e amor, no trato recíproco, a fim de que, a pouco e pouco, nos certifiquemos de que todos somos irmãos perante o mesmo Pai.
Jesus não nos pede o impossível; solicita-nos apenas a colaboração e trabalho na medida de nossas possibilidades humanas, cabendo-nos, porém, observar que, se todos aguardamos ansiosamente o mundo feliz de amanhã, é preciso lembrar que, assim como um edifício se levanta da base, o Reino de Deus começa de nós.
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Alma e Coração. Lição nº 12. Página 33.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
ANO NOVO
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| imagem: google ovek.jpg |
Serão novos os anos que passam, os
séculos e os milênios que se sucedem na ampulheta do tempo?
Não são. O tempo, qual o concebemos,
não passa de uma ilusão. Não há tempos novos, nem tempos velhos. O tempo é
sempre o mesmo, porque o tempo é a eternidade. Todas as mudanças que
constatamos em nós e em torno de nós, são produto da transformação da matéria. Esta,
realmente, passa por constantes modificações. A mutabilidade é inerente à
matéria e não ao tempo.
A matéria é volúvel como as ondas e
instável como as nuvens que se movimentam no espaço assumindo variadas
conformações que se sucedem numa instabilidade constante.
O nosso envelhecimento não é obra do
tempo como costumamos dizer. É a matéria que se vai transformando desde que
entramos no cenário terreno. Nascemos, crescemos, atingimos as cumeadas do desenvolvimento
compatível com a natureza do nosso corpo. Após esse ciclo, as mudanças
tornam-se menos rápidas. Há como que ligeiro repouso. Depois, segue-se a
involução, isto é, o curso descendente que nos leva à velhice, à decadência e à
morte, quando esta não intervém acidentalmente, pelas moléstias, cortando o fio
da existência em qualquer de suas fases.
Todos esses acontecimentos nada têm
que ver com o tempo. Trata-se de manifestações da evolução da matéria
organizada, vitalizada e acionada pela influência do Espírito.
O Espírito é tudo. Por ele, e para
ele, é que as moléculas se agrupam, se associam, tomando forma, neste ou
naquele meio, na Terra ou em outras infinitas moradas da casa do Pai, que é o
Universo.
Na eternidade e na imensidade
incomensurável do espaço, o Espírito se agita procurando realizar o senso da
Vida, que é a evolução. Para consumá-la percorre as incontáveis terras do céu.
Veste e despe centenares de indumentos, assumindo milhares de formas e
aspectos.
A matéria é seu instrumento, é o meio
através do qual ele consegue a sua ascensão ininterrupta.
Nada significam, portanto, os anos
que passam e os anos que despontam nos calendários humanos. O importante na
vida do Espírito são as arrancadas para a frente, são as etapas vencidas, o
saber adquirido através da experiência, e as virtudes conquistadas pela dor e
pelo amor. O que denominamos – passado – é apenas a lembrança de condições
inferiores por onde já transitamos. De outra sorte - o futuro não é mais que a
esperança que nutrimos de alcançar um estado melhor. O presente eterno eis a
realidade.
Encaremos assim o tempo e,
particularmente, o ano novo que se inicia. Façamos o propósito de alcançar no
seu transcurso a maior soma possível de aperfeiçoamento.
É o que, de coração, desejamos aos
nossos leitores.
Vinícius./ Na Seara do Mestre.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
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