O nosso querido irmão Raul Teixeira participou das atividades do final do ano de 2012, na Mansão do Caminho.
Deus o ampare, nobre irmão, para que logo mais possamos ouví-lo na plenitude de sua sabedoria, enriquecendo-nos a alma de paz.
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Paz!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Mensagem de Ano Novo
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| imagem: seja |
A Palestina possui dois mares: um generoso - o mar da Galiléia - e o outro de águas paradas, porque salgadas e quase metálicas - o mar morto -. O primeiro escoa suas águas na razão direta em que as mesmas fluem das nascentes. O outro absorve-as e as transforma em sal...
Há duas janelas abertas para a vida: uma que olha na direção do sofrimento e outra que oferece a visão feliz da alegria.
Abismos multiplicam-se entre os picos montanhosos, demonstrando em tudo, que sempre existem duas opções na caminhada de todos os seres, conhecidas como o bem e o mal.
Elegendo-se qualquer delas, os resultados, inevitavelmente, desenham alegrias ou padecimentos futuros.
Não existem, pois, desafios que não possam ser enfrentados com galhardia, nem provas de impossível superação.
Num mundo de expressões relativas como o é a Terra, nada se apresenta absoluto, exceto a Causalidade Soberana.
Por essas razões, lutar, desfraldando a bandeira da coragem, é o dever que vos deveis impor, cada um exigindo-se mais na busca do triunfo total.
Bem-aventurados os que choram, porque se redimem!
Ai dos que galhofam, porque se complicam!
*
Filhinhos da alma:
Tende coragem no estrugir das vossas dores, nos vossos testemunhos silenciosos.
Seres intangíveis, que vos amam, partilham das vossas preocupações e sustentam-vos nos testemunhos diários.
Não desfaleçais ante as perspectivas dolorosas.
Mantende a irrestrita confiança em Deus, que vos elege para o Seu sólio de amor.
Quando algo vos parecer impossível de ser transposto ou superado, pensai na ponte da misericórdia divina e as duas margens serão alcançadas.
Quando a janela do sofrimento estiver escancarada, mostrando tormentos que não cessam, recordai-vos de que o Senhor colocou às vossas costas um outro retângulo aberto, rico de alegria para o vosso júbilo.
E quando o mar, todo morte e desolação, ameaçar os vossos dias, avançai, assim mesmo, na direção daquele, o da Galiléia, onde Jesus cantou a sinfonia imperecível do Seu Evangelho.
Nas baixadas das cordilheiras da vida, olhai as cumeadas que vos aguardam, avançando sem temor para alcançá-las, embora as dificuldades enfrentadas.
Nunca estareis a sós! Portanto, amai sem cessar, porque o amor é a solução para todos os enigmas existenciais.
Saudando o Ano Novo que surge no calendário terrestre, vossos Amigos espirituais e nós outra, aqui presentes, rogamos ao Pai Celestial que vos abençoe com esperança e saúde moral da qual decorrem a física, a emocional e a mental, tornando os vossos dias no mundo terrestre enriquecidos pela paz do dever cumprido.
Abraça-vos, a servidora maternal e humílima de sempre,
Joanna de Ângelis
(Página psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica da noite de 02 de Janeiro de 2006, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador-Bahia.)
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Desconhecimento do futuro
Joanna de Ângelis
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| imagem: profecias.com.br |
Oportunidades surgem, nas quais, pessoas portadoras da faculdade precognitiva captam fragmentos de possíveis ocorrências porvindouras, no entanto, são sempre as de grave ressonância que se permitem registrar.
Em uma análise dos fenômenos proféticos têm primazia as ocorrências que são de caráter trágico, portadoras de comoção e terror, convidando a criatura humana, individual e coletivamente, à mudança de comportamento, de modo que com essa atitude possa alterar o rumo dos acontecimentos, mas o que raramente ocorre.
Destacam-se, no entanto, entre as notícias proféticas otimistas, que são raras, o nascimento de Jesus e a Sua missão extraordinária, por ser Ele o divisor das épocas, dando início à Era do amor que, lamentavelmente, ainda não se implantou na Terra, e só a pouco e pouco se instala nos corações.
Não obstante os anúncios alvissareiros, quando de Sua chegada Ele não encontrou receptividade; antes defrontou corações covardes e agressivos, em razão das aspirações exacerbadas dos Seus contemporâneos, que aguardavam um Messias vingador dos seus sofrimentos, que lhes concedessem glórias e honras em detrimento da restante Humanidade, mas que o túmulo sempre toma e desconsidera.
*
É providencial a ignorância do futuro, porquanto as resistências psicofísicas dos seres, como têm dificuldades para enfrentar o presente com calma, menos recursos possuem para viver por antecipação o amanhã.
Insistem, muitos indivíduos, em tentar descobrir os acontecimentos porvindouros, derrapando nas fantasias e ilusões com as quais se fascinam e se embriagam.
Soubesse-se das graves ocorrências por suceder e, sem dúvida, o sofrimento seria antecipado, gerando depressão e loucura, desespero e suicídio.
Aguardar a chegada de tragédias e dramas, de infortúnios e dissabores constituiria desgraça injustificada, maior do que o fato em si.
Tivesse-se conhecimento por antecedência de sucessos felizes, de vitórias afetivas, de glórias por conquistar e a ansiedade tornaria desditoso o período que separa o momento da descoberta ao da sua concretização.
Ademais, nasceria tormentosa desconsideração pelo presente, cuja condução modificaria o futuro.
No rio do tempo somente o hoje é vital.
Vivê-lo com elevação e nobreza é a forma feliz de anular o ontem e programar o amanhã.
O ser humano está elaborado com equipamentos próprios para o trabalho de crescimento espíritual conforme as condições do planeta que habita.
Quem deseja conhecer o próprio como o futuro da Humanidade, examine o seu comportamento e escreva com atos atuais as determinantes que comporão as paisagens que irá defrontar mais tarde.
Não há favoritismo nas Leis de Deus, que facultem a uns conquistas e favores que a outros sejam negados.
Todos passam pelo mesmo crivo de elevação ao custo de esforço pessoal indeclinável.
*
Se aspiras conhecer o teu futuro, examina o teu presente, programando os teus pensamentos, palavras e atos que formarão o tecido do que está por vir.
Se aspiras saber do teu passado, aprofunda reflexões nos teus dias atuais e concluirás como ele ocorreu, em razão daquilo que és agora.
O desconhecimento do futuro, qual sucede com o do passado, é bênção da Vida, contribuindo para uma existência harmônica, embasada na confiança dos resultados do amor e do trabalho, que são alavancas promotoras do progresso para todos.
Quando Deus permite ao ser humano conhecer o futuro em caráter especial, assim o faz, objetivando o seu e o progresso da sociedade. A forma, porém, como o indivíduo se utiliza desse conhecimento, é de sua inteira responsabilidade, assim como as consequências disso advindas.
A cada instante estás alterando o teu futuro mediante as tuas ações.
Desse modo, constrói-o em luz e em paz, mesmo que estejas caminhando entre sombras e sobre espículos que te ferem os pés.
Não desfaleças, e segue adiante no rumo do teu amanhã, que começa agora.
(No Rumo da Felicidade. Psicografia de Divaldo Franco. ebm Editora. Págs. 89/92. 2008.)
__________________________
(*) Vide O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, questões 868 e seguintes, 29ª edição da Feb.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Entrevista com Divaldo Franco
Divaldo Franco concede entrevista ao Programa Coletiva da TV OPOVO e responde questões relacionada ao aborto, anencefalia, suicídio, drogas e sexualidade.
domingo, 25 de novembro de 2012
Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais
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| imagem: jornaldachapada.com.br |
Um texto sobre a obra,
publicado no site do jornal "The Guardian", ficou entre os mais
acessados e repercutiu em vários países.
"As pessoas amadurecem
muito quando precisam enfrentar a morte e experimentam uma série de emoções que
inclui negação, medo, arrependimento e, em algum momento, aceitação."
Segundo ela, todos os pacientes que tratou "encontraram paz antes de
partir".
Ao lermos esta matéria verificamos que as impressões colhidas juntos aos pacientes terminais apresentam uma grande identidade com a jornada emocional de muitos de nós, que gozamos de relativa saúde, e que, mesmo não estando, ainda, em uma fase terminal da vida corpórea, apresentamos os mesmos “sintomas” daqueles que já se preparam para retornar à pátria espiritual.
O que podemos aprender com essas lições? Saber viver é um grande desafio e um fator de sabedoria.
Um primeiro aprendizado é o de nos ajudar a refletir e compreender melhor o sentido da existência, considerando que o “homem inteligente aprende com os próprios erros, mas o homem sábio aprende com os erros dos outros”.
Os cincos principais arrependimentos:
1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira para mim, e não a vida que os outros esperavam de mim.
Este foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinham honrado a metade dos seus sonhos e morreram sabendo que era devido às escolhas que fizeram ou deixaram de fazer. É muito importante tentar realizar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que poucos percebem, até que já a não tem mais.
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.
Isto veio de todos os pacientes do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam o crescimento de seus filhos e o companheirismo do parceiro.
As mulheres também citaram este arrependimento, mas como a maioria era de uma geração menos recente, muitos dos pacientes do sexo feminino não tinham sido chefes de família.
Todos os homens que eu acompanhei se arrependeram profundamente de passar tanto tempo da sua vida com foco excessivo no trabalho.
Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não ter que precisar de um salário tão alto quanto você acha.
E criando mais espaço em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, mais adequado ao seu novo estilo de vida.
3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
Muitas pessoas resguardaram seus sentimentos para manter a paz com os outros.
Como resultado, tiveram uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao
ressentimento que carregavam, como resultado. Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora as pessoas possam reagir quando você muda a maneira
de falar com honestidade, no final a relação fica mais elevada e saudável. Se não ficar, é um relacionamento que não vale a pena guardar sentimentos ruins. Você ganha de qualquer maneira.
4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos.
Muitas vezes os pacientes terminais não percebiam os benefícios de ter por perto antigos e verdadeiros amigos até a semana da sua morte, e nem sempre foi possível encontrá-los.
Muitos haviam se tornado tão centrados em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro se diluirem ao longo dos anos. Havia muitos arrependimentos por não
dar atenção a estas amizades da forma como mereciam. Todos sentem falta de seus amigos quando estão morrendo. É comum que qualquer um, em um estilo de vida agitado,
deixe escapar amizades. Mas quando você se depara com a morte se aproximando, os detalhes caem por terra. Não é dinheiro, não é status, não é posse.
Ao final, tudo se resume ao amor e relacionamentos. Isso é tudo o que resta nos dias finais: amor.
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz.
Muitos não perceberam, até ao final da sua vida, que a felicidade é uma escolha.
Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto”. O medo da mudança os faziam se fingir aos outros e a si mesmos, enquanto lá no fundo ansiavam rir e ter coisas alegres e boas na vida novamente.
(fonte: Folha.com e http://www.espiritbook.com.br/Espírito Book)
domingo, 18 de novembro de 2012
Entendimento
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| imagem: ministerioelohim.wordpress.com |
Tratava-se de um sábio sempre disposto ao serviço da
compreensão e da bondade.
Talvez por isso, tenha organizado uma escola em que ensinava
com indiscutível sabedoria.
Certa feita, prestou especial atenção em um aprendiz que se
lamuriava de maus tratos recebidos na via pública.
Convidou o jovem para saírem pelas ruas de Jerusalém,
implorando esmola para determinados serviços do templo.
A maioria dos transeuntes dava ou negava, com indiferença.
Contudo, em uma esquina movimentada, um homem vigoroso
respondeu-lhes a rogativa com aspereza e zombaria.
O mestre tomou o aprendiz pela mão e ambos o seguiram,
cuidadosos.
Não andaram muito tempo e o viram cair ao solo, ralado de
dor violenta, provocando o socorro geral.
Em breve, verificaram que o irmão irritado sofria de cólicas
mortais.
Demandaram adiante, quando foram defrontados por outro
cavalheiro, que sequer se dignou a lhes responder à súplica.
Ele se limitou a lançar, na direção dos pedintes, um olhar
rancoroso e duro.
Orientador e tutelado lhe acompanharam os passos.
Quando o homem alcançou a própria casa, nela havia um compacto
grupo de pessoas chorosas.
Ele, aparentemente insensível, prorrompeu em prantos, pois
tinha no lar uma filha morta.
Mestre e discípulo prosseguiram esmolando na via pública.
Logo receberam fortes palavrões de um rapaz a quem tinham se
dirigido.
Retraíram-se ante tanta agressividade.
Mas logo se conscientizaram de que era um pobre louco.
Em seguida, ouviram atrevidas frases de um velho que lhes
prometia pedradas e prisão.
Decorridas algumas horas, souberam que o infortunado era um
negociante falido.
De senhor, ele se convertera em escravo, o que lhe
amargurara a existência.
Então, o respeitável instrutor passou a comentar com seu
aluno a lição do dia.
Falou-lhe da necessidade do entendimento por sagrado
imperativo da vida.
Salientou a importância de não se queixar daqueles que
exibem expressões de revolta ou desespero porque, na maioria dos casos, quem
demonstra mau humor permanece em estrada mais escura e espinhosa do que a
nossa.
* * *
Quando encontrarmos os portadores da aflição, convém ter piedade.
Se possível, devemos auxiliá-los na conquista da paz íntima.
O touro retém os chifres por não haver atingido, ainda, o
dom das asas.
As pessoas não são complicadas e tristes porque querem.
Elas apenas não conseguem ser diferentes, em seu atual momento.
Sem refletir, reclamamos da incompreensão alheia.
Mas não investimos tempo para prestar atenção nas tragédias
que permeiam a vida do próximo.
Antes de qualquer julgamento, impõe-se um esforço para
entender o semelhante.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 35 do livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
sábado, 10 de novembro de 2012
Oração do servo imperfeito
Senhor!
Abençoa-nos, servos imperfeitos que reconhecemos ser, na longa trilha do processo de nossa evolução.
Encontramo-nos emaranhados em nosso pretérito, onde os espículos da imperfeição acicatam as nossas necessidades.
Deslumbrados pelo sol da madrugada nova, comprazemo-nos na noite demorada que nos retém, chafurdando na incompreensão e no desequilíbrio.
Prometendo renovação e paz, detemo-nos na intriga e na desídia.
Buscando o planalto de redenção, retemo-nos no pantanal do vício.
Aspirando liberdade e glória, algemamo-nos à paixão escravizante e ao defeito perturbador.
Contigo aprendemos que vencedor é aquele que cede, ditoso é aquele que serve, feliz é aquele que doa, fiel é aquele que renuncia.
Não obstante, disputamos, nos combates aguerridos da inferioridade, os primeiros lugares; nos banquetes da fatuidade humana os ouropéis, as aguerridas disputas da pequenez carnal, sem nos darmos conta de que Tu, Senhor, Excelso Governador da Terra, abandonaste, um dia, o sólio do Empíreo para refugiar-Te na manjedoura ensejando-nos a madrugada imperecível que traça o rastro luminoso desde o presépio de Belém à cruz de Jerusalém, a fim de dizer-nos que a ressurreição gloriosa é contingência inevitável da morte, em sombras, para o dia imorredouro da plenitude.
Abençoa-nos, portanto, Senhor, aos discípulos que Te desejamos servir e amar, construindo, no mundo, a Era Nova que o Teu Evangelho restaurado nos traz a fim de que possamos, no termo da jornada, dizer como o converso de Damasco: "Já não sou eu quem vive, mas Tu, Senhor, vives, em mim".
(Do Livro Terapêutica de Emergência, Capítulo 19, psicografia do médium Divaldo Pereira Franco.)
Abençoa-nos, servos imperfeitos que reconhecemos ser, na longa trilha do processo de nossa evolução.
Encontramo-nos emaranhados em nosso pretérito, onde os espículos da imperfeição acicatam as nossas necessidades.
Deslumbrados pelo sol da madrugada nova, comprazemo-nos na noite demorada que nos retém, chafurdando na incompreensão e no desequilíbrio.
Prometendo renovação e paz, detemo-nos na intriga e na desídia.
Buscando o planalto de redenção, retemo-nos no pantanal do vício.
Aspirando liberdade e glória, algemamo-nos à paixão escravizante e ao defeito perturbador.
Contigo aprendemos que vencedor é aquele que cede, ditoso é aquele que serve, feliz é aquele que doa, fiel é aquele que renuncia.
Não obstante, disputamos, nos combates aguerridos da inferioridade, os primeiros lugares; nos banquetes da fatuidade humana os ouropéis, as aguerridas disputas da pequenez carnal, sem nos darmos conta de que Tu, Senhor, Excelso Governador da Terra, abandonaste, um dia, o sólio do Empíreo para refugiar-Te na manjedoura ensejando-nos a madrugada imperecível que traça o rastro luminoso desde o presépio de Belém à cruz de Jerusalém, a fim de dizer-nos que a ressurreição gloriosa é contingência inevitável da morte, em sombras, para o dia imorredouro da plenitude.
Abençoa-nos, portanto, Senhor, aos discípulos que Te desejamos servir e amar, construindo, no mundo, a Era Nova que o Teu Evangelho restaurado nos traz a fim de que possamos, no termo da jornada, dizer como o converso de Damasco: "Já não sou eu quem vive, mas Tu, Senhor, vives, em mim".
(Do Livro Terapêutica de Emergência, Capítulo 19, psicografia do médium Divaldo Pereira Franco.)
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